domingo, 22 de março de 2009

Meu compuatdor parou

Gente oq ue foi este final de semana meu?
Meu computador deu pane total nem liga mais...me senti alienada perdi tudoque tinha copiado sobre um projeto e um artigo...e pasmem quando fui num cyber pronto aconteceu amesma coisa...tem um fantasminha docomputador me perseguindo.....rsrrsrsr
Socorro preciso de um computador novo urgente!!!!!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Desafiados pela má qualidade das escolas, pais criam cooperativas educacionais
Paula King

paulaking@aprendiz.org.br
Diante da má qualidade da educação formal brasileira, cada vez mais pais buscam assumir o controle e se envolver com a formação escolar dos filhos. Eles se reúnem em cooperativas e passam a controlar o projeto pedagógico, as práticas e os métodos aplicados.
As cooperativas educacionais funcionam como uma escola convencional, respeitando todas as diretrizes do MEC. O corpo docente e a equipe de direção pedagógica são funcionários contratados. Cabe aos pais o gerenciamento dos recursos financeiros, geralmente por meio das assembléias, e a definição dos métodos pedagógicos.
Segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o país tem hoje 337 cooperativas educacionais registradas. Nos últimos anos houve um crescimento significativo dessas instituições - em 1995, existiam 106.
Em entrevista ao Portal Aprendiz, o gerente de apoio de Desenvolvimento em Gestão da OCB, José Luiz Niederauer Pantoja, afirma que as cooperativas educacionais ajudam seus estudantes a se tornarem cidadãos mais altruístas. Apesar disso, ele lembra que mesmo diante do significativo crescimento dos últimos anos, as cooperativas educacionais ainda enfrentam muitas dificuldades.
Aprendiz - O que são as cooperativas educacionais?
José Luiz Niederauer Pantoja - As cooperativas educacionais são, na maioria, formadas por pais de alunos que se sentem desafiados com a situação educacional de seus filhos. Eles querem assumir o controle, participar e se envolver mais com a formação escolar. Para isso, esses pais se reúnem numa cooperativa e passam a controlar o projeto pedagógico, as práticas e os métodos. Contratam professores e a equipe de apoio.
Isso tudo forma uma cooperativa educacional, que, aliás, é bem difundida no estado de São Paulo, mas iniciativas como essas existem em todo o país.
O ramo educacional do cooperativismo não é um dos mais fortes, isso porque a situação escolar no país também é fraca. Mas elas vêm para ajudar a suprir as falhas. E para isso a sociedade se mobiliza e inicia uma cooperativa.
Aprendiz - Como funciona uma cooperativa educacional?
Pantoja - Toda cooperativa está sempre organizada a partir de uma idéia e um conjunto de princípios e valores voltados para a democracia, a livre adesão, a participação responsável e igualitária e a preocupação com a responsabilidade social. Esses princípios estimulam a pessoa a operar coletivamente. Assim, uma cooperativa do ramo educacional, qualquer que seja a preocupação, sempre começa por um projeto pedagógico que define essas regras e princípios. Esse processo é todo “encharcado” pelos princípios do cooperativismo. Ou seja, a participação vem de todos, inclusive dos próprios alunos.
Aprendiz - O espírito cooperativista é difundido no Brasil?
Pantoja - O brasileiro é formado para trabalhar de maneira competitiva. Os grandes movimentos sociais ainda surpreendem a sociedade, porque a idéia de trabalhar em equipe com um único objetivo ainda é recente aqui.
Aprendiz - Quais são as vantagens oferecidas a um jovem que estuda em uma cooperativa educacional?
Pantoja - A vantagem é que o aluno se torna um cidadão muito mais altruísta, um sujeito mais preocupado com o seu papel na sociedade e com a contribuição que ele pode dar para o conjunto. Se uma criança for educada desde cedo para ter uma visão mais ampla da realidade, ela vai olhar para o próximo vendo nessa pessoa a oportunidade de troca de experiências.
Além disso, é possível observar o aumento da participação e do debate entre professores, pais e alunos. Há uma paixão e entusiasmo por um ensino mais forte e fiel.
Aprendiz – É gerado algum impacto na comunidade do entorno de uma cooperativa?
Pantoja - A cooperativa educacional tem um impacto muito importante não só na pessoa, mas em toda a comunidade.
A cooperativa contribui para promover a prosperidade da região. Grande parte da riqueza gerada estimula novos negócios nos municípios. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas cidades brasileiras onde há cooperativas, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é sempre maior.
Aprendiz - Quais são a dificuldades que uma cooperativa encontra para funcionar?
Pantoja - Todas. Numa cooperativa existe uma abertura de espaço para que a participação aconteça, ou seja, há a valorização de todos os membros e sem distinção. Assim, todos podem contribuir de diferentes maneiras. Quando isso acontece, diferentes tipos de reação podem surgir: positivas e negativas. Porque o ser humano é vaidoso e, além disso, ele tem o senso de liderança e de querer valer as suas vontades. E o cooperativismo significa muitas vezes negociar e abrir mão do seu interesse pessoal.
Convencer os professores a sair daquele sistema de autoritarismo dentro da sala de aula, por exemplo, não é fácil.
Também pode aparecer o baixo envolvimento dos cooperados. Muitas vezes as cooperativas embarcam num movimento burocrático, o que não gera o crescimento da iniciativa. Além disso, muitas vezes os próprios pais entregam a cooperativa que eles ajudaram a criar na mão dos professores.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Aprender é preciso

O Cooperativismo no Brasil desempenha suas atividades econômicas de acordo com segmentos específicos, os quais relacionamos a seguir:
1 - AGROPECUÁRIO
Composto pelas cooperativas de produtores de um ou mais dos seguintes produtos: abacaxi, abelhas e derivados, açúcar e álcool, algodão, alho, arroz, aveia, aves e derivados, banana, batata, bicho-da-seda e derivados, borracha, bovinos e derivados, café, cana-de-açúcar, caprinos e derivados, carnaúba e derivados, cevada, coelhos e derivados, peixes e derivados, feijão, fumo, hortaliças, jacarés e derivados, juta, laranja e derivados, leite e derivados, maçã, madeira, malva, mandioca, mate, milho, ovinos e derivados, rãs e derivados, sementes em geral, sisal, soja, suínos e derivados, trigo, urucum, uva e derivados, e atividades similares além das cooperativas de fornecimento de insumos agropecuários.
2 - CONSUMO
Composto pelas cooperativas de consumo abertas ou fechadas para compra em escala de produtos, insumos e serviços nas diferentes modalidades de derivados de petróleo, eletrodomésticos, planos de saúde e seguros, cestas-básicas, farmácia, lazer, entretenimentos, automóveis, utilidades gerais e outros bens de consumo.
3 - CRÉDITO
Composto pelas cooperativas de crédito rural e de crédito urbano, facilitando o acesso ao crédito com juros baixos e prestações adequadas para financiamentos de projetos próprios e de compras diversas.
4 - EDUCACIONAL
Composto pelas cooperativas de alunos de escolas de diversos graus e pelas cooperativas de pais de alunos.
5 - ESPECIAL
Composto pelas cooperativas de deficientes mentais, escolares, de menores de 18 anos, de índios não aculturados, de deficientes físicos e de outras pessoas relativamente capazes.
6 - HABITACIONAL
Composto pelas cooperativas de construção, de manutenção e de administração de conjuntos habitacionais e condomínios.
7 - MINERAÇÃO
Composto pelas cooperativas mineradoras de minerais, metais, pedras preciosas, sal, areias especiais, calcário, e etc.
8 - PRODUÇÃO
Composto pelas cooperativas de bens de consumo, tais como: eletrodomésticos, tecidos, móveis, produtos de autopeças, produtos mecânicos e metalúrgicos e outros bens de consumo nas quais os meios de produção pertencem à pessoa jurídica e os cooperados formam o seu quadro diretivo, técnico e funcional.
9 - SERVIÇO
Composto pelas cooperativas de eletrificação rural, mecanização agrícola, limpeza pública, telefonia rural e outros serviços comunitários.
10 - TRABALHO
Composto pelas cooperativas de arquitetos, artesãos, artistas, auditores e consultores, aviadores, cabeleireiros, carpinteiros, catadores de lixo, contadores, costureiras, dentistas, doceiras, engenheiros, escritores, estivadores, garçons, gráficos, profissionais de informática, inspetores, jornalistas, mecânicos, médicos, enfermeiras, mergulhadores, produção cultural, professores, psicólogos, secretárias, trabalhadores da construção civil, trabalhadores rurais, trabalhadores em transportes de cargas, trabalhadores de transporte de passageiros, vigilantes, projetistas, designers, outras atividades de ofício sejam técnicas e profissionais.
Coisas que você precisa saber sobre uma cooperativa:

Princípios do cooperativismo:

1 - Adesão Livre
As portas de uma cooperativa devem estar sempre abertas a entrada ou saída de pessoas de uma determinada categoria que partilham objetos comuns, bastando ao interessado que respeite o Estatuto Social estabelecido pelo grupo.
2 - Singularidade do Voto
"Um homem, um voto", diz o princípio. Independente do número de cotas possuídas, cada cooperado tem direito a apenas um voto. Cada um vale pelo que é e não pelo que tem.
3 - Controle democrático
Na Cooperativa, as decisões devem representar sempre a vontade da maioria.
4 - Neutralidade
Nenhum tipo de discriminação política, social, religiosa ou racial será aceita na cooperativa. Todos são iguais.
5 - Retorno das sobras
A cooperativa não visa lucro, pois sua principal missão é o beneficio do cooperado. Porém, como organização econômica, tem receita e despesas, podendo ter perdas ou sobras. As perdas poderão ser cobertas pelos cooperados, em rateio, bem como as sobras poderão ser distribuídas.
6 - Educação Permanente
A realização dos princípios do cooperativismo e dos objetivos da cooperativa requer educação permanente, que as cooperativas devem prover.
7 - Cooperação Intercooperativa
Como o cooperativismo é uma proposta social abrangente, cooperar com outras cooperativas é natural e essencial.
Coisas que você deve saber sobre uma cooperativa:

Princípios do cooperativismo:
1 - Adesão Livre
As portas de uma cooperativa devem estar sempre abertas a entrada ou saída de pessoas de uma determinada categoria que partilham objetos comuns, bastando ao interessado que respeite o Estatuto Social estabelecido pelo grupo.
2 - Singularidade do Voto
"Um homem, um voto", diz o princípio. Independente do número de cotas possuídas, cada cooperado tem direito a apenas um voto. Cada um vale pelo que é e não pelo que tem.
3 - Controle democrático
Na Cooperativa, as decisões devem representar sempre a vontade da maioria.
4 - Neutralidade
Nenhum tipo de discriminação política, social, religiosa ou racial será aceita na cooperativa. Todos são iguais.
5 - Retorno das sobras
A cooperativa não visa lucro, pois sua principal missão é o beneficio do cooperado. Porém, como organização econômica, tem receita e despesas, podendo ter perdas ou sobras. As perdas poderão ser cobertas pelos cooperados, em rateio, bem como as sobras poderão ser distribuídas.
6 - Educação Permanente
A realização dos princípios do cooperativismo e dos objetivos da cooperativa requer educação permanente, que as cooperativas devem prover.
7 - Cooperação Intercooperativa
Como o cooperativismo é uma proposta social abrangente, cooperar com outras cooperativas é natural e essencial.
O que são cooperativas?

Cooperativa é uma associação autônoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio de uma empresa de propriedade coletiva e democraticamente gerida. As cooperativas baseiam-se em valores de ajuda mútua e responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Na tradição dos seus fundadores, os membros das cooperativas acreditam nos valores éticos da honestidade, transparência, responsabilidade social e preocupação pelo seu semelhante.

terça-feira, 17 de março de 2009

Eu como futura geográfa e gestora de coperativas vivo em meio a debates no que se refere a esta atual configuração do cenário mundial. A globalização e a hegemonia do capitalismo nos coloca frente a um grave problema socioambiental.
Não contentes e disposto a tentar mudar esta situação eu Uile Sitonio, Daiana Matos, Camilo Maia, Luana Falcão, Valéria Mercês e Liane Fozseca estamos desenvolvendo um projeto que visa a implantação desde a Escola, de um novo modo de produção sustentável que valoriza a cultura...
Agora esperem para os resultados